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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Plebe Rude - O Concreto já rachou - 1986

57º Ranking Rolling Stones Magazine



1 Até quando esperar
(André X, Gutje, Philippe Seabra)
2 Proteção
(Philippe Seabra)
3 Johnny vai à guerra [Outra vez]
(Plebe Rude)
4 Minha renda
(Philippe Seabra, Plebe Rude)
5 Sexo e karatê
(André X, Jander Bilaphra)
6 Seu jogo
(André X, Gutje, Philippe Seabra, Jander Bilaphra)
7 Brasília
(Plebe Rude)

O Concreto Já Rachou foi o primeiro álbum gravado pela banda brasileira de punk rock Plebe Rude. Lançado como um mini LP contendo sete faixas e produzido por Herbert Vianna integrante da banda Os Paralamas do Sucesso. Comercialmente, é o álbum mais bem sucedido da banda, alcançando disco de ouro com cerca de 200.000 cópias.

Contém músicas que fizeram grande sucesso nas rádios como "Até Quando Esperar" e "Proteção". É considerado um dos melhores discos do rock brasileiro. Um exemplo disso é que este álbum está na lista dos 100 melhores discos da música brasileira, feita pela revista Rolling Stone, ficando em 57º lugar. O álbum é executado por inteiro na maioria dos shows da banda. Isso deve-se ao fato do LP apresentar apenas 7 músicas. Recentemente, o álbum foi relançado ao lado do primeiro disco da Legião Urbana, também de 1985 e do primeiro álbum do Capital Inicial, de 1986.

Plebe Rude

Banda de rock formada em 1981 em Brasília (Phillipe Seabra, guitarra e voz; Jander Ribeiro, guitarra; André X, baixo; Gultje, bateria), começou se destacando no meio punk-rock por volta de 1982, em uma época em que a efervescência roqueira da capital federal era grande. 


Mais tarde foram para São Paulo, onde tocaram com Ira e para o Rio, onde dividiram palco com Paralamas do Sucesso e Legião Urbana. O primeiro álbum, o mini LP "O Concreto Já Rachou", de 1986, lançou a banda com sucesso. Incluía as faixas "Até Quando Esperar", "Proteção" e "Johnny Vai à Guerra". Depois de mais dois discos lançados nos anos 80 ("Nunca Fomos Tão Brasileiros" e "Plebe Rude III"), separaram-se por um tempo e voltaram a tocar juntos na década de 90, quando os três primeiros discos foram relançados em CD, numa caixa intitulada "Portfolio".


Em 2000 lançam "Enquanto a Trégua Não Vem" um CD ao vivo com músicas inéditas e velhos sucessos. Neste ano, a Plebe Rude, conforme prometido naquela volta temporária, lançou o CD em várias capitais e se juntou poucas vezes ao ano para shows esporádicos. 

Mas só em 2003 que Philippe Seabra e André X, fundadores da Plebe Rude, resolveram que era a hora da banda voltar de vez. Em 2004 chamaram o Clemente - vocalista e guitarrista da banda irmã da Plebe em SP, Os Inocentes - e o baterista de Brasília, o ex-Maskavo Txotxa. O novo disco, intitulado "R ao contrário", está em fase de finalização.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Sepultura - The Roots Of Sepultura - 1996

57º Ranking Rolling Stones Magazine




CD 1
01-Roots Bloody Roots
02-Attitude
03-Cut-Throat
04-Ratamahatta
05-Breed Apart
06-Straighthate
07-Spit
08-Lookaway
09-Dusted
10-Born Stubborn
11-Jasco
12-Itsári
13-Ambush
14-Endangered Species
15-Dictatorshit
16-Canyon Jam (hidden track)

CD 2

01-Intro
02-C.I.U. (Criminals In Uniforms)
03-Orgasmatron
04-Dead Embryonic Cells (original mix)
05-Desperate Cry (original mix)
06-Murder (original mix)
07-Under Siege (Regnum Irae) (original mix)
08-Necromancer (demo version)
09-The Past Reborn The Storms (demo version)
10-A Hora E A Vez Do Cabelo Nascer
11-Drug Me
12-Crucificados Pelo Sistema
13-Anticop (live)
14-Intro (live)
15-Arise (live)
16-Inner Self (live)
17-Mass Hypnosis (live)
18-Escape To The Void (live)
19-Troops Of Doom (live)
20-Altered State (live)

Sepultura

Banda de thrash metal formada em 1984, em Belo Horizonte e mais popular nos Estados Unidos do que no Brasil, canta apenas em inglês. O primeiro disco, "Bestial Devastation", dividido com a também banda mineira Overdose, foi lançado em 1985 por um selo independente, seguido por "Morbid Visions" no ano seguinte. Com a entrada de Andreas Kisser na guitarra gravaram "Schizophrenia", que os projetou internacionalmente. 


No ano seguinte assinaram contrato com a gravadora americana Roadrunner e passaram a se dedicar a conquistar o mercado externo. "Beneath the Remains", lançado em 1989, foi aclamado pela crítica especializada e fez com que a banda se tornasse mais conhecida no Brasil e no resto do mundo, fora dos EUA.



Em 1996 vieram ao Brasil pesquisar e gravar sons e ritmos das tribos indígenas para lançar "Roots". No mesmo ano, a saída do vocalista e líder Max Cavalera causou contratempos, pois a banda decidiu não se desfazer e teve que procurar um vocalista substituto, que acabou sendo Derrick Green, oficialmente parte da banda desde junho de 1998. A formação do grupo ficou assim: Derrick Green, substituto de Max Cavalera, voz e guitarra; Igor Cavalera, bateria; Paulo Jr., baixo; Andreas Kisser, substituto de Jairo T, guitarra. 



"Against", lançado em 1998, foi o primeiro CD do grupo depois da saída do antigo vocalista. O álbum traz algumas experimentações interessantes, como a percussão do grupo japonês Kodo. Contudo, a obra reflete ainda um período conturbado para a banda. Talvez por isso, não tenha sido muito bem aceito pelos fãs e pela crítica especializada. 



Em 2002, sai o duplo ao vivo "Under a Pale Grey Sky". O disco é um registro de um dos shows da turnê do álbum "Roots", gravado em 1996, ainda com Max Cavalera nos vocais. Somente no seguinte, chegava às lojas o inédito "Roorback". Considerado melhor que os anteriores “Against” e “Nation", o disco deixou claro a intenção da banda de voltar às raízes. 



Ainda em 2003, o Sepultura participou do festival Kaiser Music e teve a honra de dividir o palco com um dos grandes nomes da história do Rock Mundial, o Deep Purple. Em 2004, o grupo volta a fazer turnês internacionais, ao lado da banda Motörhead. 



O último trabalho do Sepultura, “Live In São Paulo” foi lançado em CD e DVD, em 2005. Trata-se do primeiro show gravado desde o vídeo Under Siege - Live in Barcelona, de 1992. Músicas como "Troops of Doom", "Sepulnation", "Territory", "Choke", "Arise" e "Escape to the Void" são alguns dos destaques deste álbum duplo, que contou com várias participações especiais, incluindo Zé do Caixão, João Gordo e B-Negão.